quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ESTUDO I- O SERVIÇO SOCIAL E O POPULAR

Projeto Profissional de Ruptura do Serviço Social

Até os anos 70 ocorreu a Tradição Conservadora nas construções teórico-metodológicas do Serviço Social

Por que ruptura? O uso da expressão ruptura ocorre para explicar a mudança no projeto profissional em que se baseava no positivismo- funcionalista e passa a se basear no marxismo. Pela desmistificação da neutralidade com o estabelecimento de vínculos entre o profissional e as classes populares.

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CONSERVADORISMO  X   RENOVAÇÃO
BASE DOUTRINÁRIA X BASE CIENTÍFICA
NEUTRALIDADE X FORTALECIMENTO DO TRABALHO
PROFISSIONAL DO CONSENSO X PROFISSIONAL DA MOBILIZAÇÃO E
E DA SOCIALIZAÇÃO                                                             ORGANIZAÇÃO

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A MÚTUA ASSISTÊNCIA E A CARIDADE

"Embora seja recente na história do homem a concepção social aos riscos no trabalho, é certo que desde os tempos mais remotos e em qualquer lugar do mundo, as civilizações sempre tiveram em mente a preocupação com a insegurança natural dos seres humanos.
Em períodos passados, anteriormente ao surgimento das primeiras leis de proteção social, a defesa do trabalhador quanto aos riscos no trabalho e perda da condição de subsistência se dava pela assistência caritativa individual ou pela reunião de pessoas. Feijó e Coimbra, citando Oscar saraiva, menciona que nas sociedades romanas e gregas da Antiguidade se encontram referências a associações de pessoas com intuito de, mediante contribuição para um fundo comum, receberem socorro em caso de adversidades decorrentes da perda da capacidade laborativa.

No período das corporações de ofício surgem as guildas, entre cujos escopos estava também o de associação de assistência mútua

Porém, é somente com o desenvolvimento da sociedade industrial que vamos obter um salto considerável em uma matéria de proteção, com o reconhecimento de que a sociedade no seu topo deve ser solidária com seus incapacitados"   ( CASTRO,LAZZARI, 35. 2004 ) 


O SURGIMENTO DA NOÇÃO DE PROTEÇÃO SOCIAL

A partir do final do seculo XIX, começa a surgir preocupação com a efetiva proteção dos indivíduos quanto aos seus infortúnios.

" o mundo contemporâneo abandonou, há muito, os antigos conceitos da justiça Comutativa, pois as novas realidades sociais e econômicas, ao longo da história, mostraram que não basta dar acada um o que  é seu para que a sociedade seja justa. Na verdade, algumas vezes, é dando a cada um o que é seu que se engrandece a condição humana e que se redime a justiça dos grandes abismos sociais."( RUSSOMANO, 18. 1981)


" proteção social, portanto, é o conjunto de medidas de caráter social destinadas a atender certas necessidades individuais; mais especificamente  às necessidades individuais que, não atendidas, repercutem sobre os demais indivíduos e, em última análise, sobre a sociedade." (LEITE,16.1978)


Passamos por estágios de proteção que  teve inicio pela assistência prestada pela caridade até o estágio que se mostra como direito subjetivo, garantido pelo Estado e pela sociedade a seus membros.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

OTTO VON BISMARK

" Por mais caro que pareça o seguro social, resulta menos gravoso que os riscos de uma revolução". Otto Von Bismark

O TRABALHO E A PROTEÇÃO SOCIAL AO TRABALHO

O ser humano, desde os primórdios da civilização, tem vivido em comunidade. E neste convívio, para sua subsistência, aprendeu a obter bens, trocando os excedentes de sua produção individual por outros bens. Com o desenvolvimento das sociedades, o trabalho passou a ser, numa determinada fase da história_mais precisamente na antiguidade clássica _ considerado como ocupação abjeta, relegada a plano inferior,e por isso confiada a indivíduos cujo status na sociedade era exclusivamente_ os servos e escravos.
Mais adiante no tempo, dentro do chamado sistema feudal, aparecem os primeiros agrupamentos de indivíduos que, fugindo das terras dos nobres, fixaram-se nas urbes, estabelecendo-se, pela identidade de ofícios entre eles, uma aproximação maior, a ponto de surgirem uma denominação maior, a ponto de surgirem as denominadas corporações de ofícios, nas quais se firmavam contratos de locação de serviços em subordinação ao "mestre" da corporação.
Mas é a partir da Revolução Industrial que desponta o trabalho tal como hoje o conhecemos.( CASTRO,LAZZARI. 32, 2004)


a) O que fez o homem necessitar viver em comunidade?
b)Explique o surgimento das urbes.


COMO É MEDIDA A RIQUEZA DE UM PAÍS?


A riqueza de um país é medida por meio do PIB – Produto Interno Bruto. Esse cálculo da riqueza foi inventado pelo economista russo, Simon Kuznets.

Basicamente, o PIB é encontrado a partir da soma de todos os bens e serviços finais produzidos em num país durante um determinado período. Essa técnica mensura a atividade econômica, mas não pode ser utilizada como um indicador social, pois as pessoas não se beneficiam com o aumento do PIB de seu país.

Ainda assim, o Produto Interno Bruto caracteriza a forma mais importante de se medir a riqueza de uma nação, e ele até configura e determina o ranking das economias mundiais. Ou seja, quanto maior o PIB, melhor posicionado fica o país.

Para o cálculo do PIB é preciso somar o consumo (C), o investimento (I), os gastos governamentais (G) e as exportações (X) do país durante o ano e subtrair as importações (M).

Mas porque os países não podem simplesmente imprimir mais cédulas quando precisam de dinheiro? Nós podemos dizer que a resposta é simples. Fabricar mais dinheiro não resolve problemas financeiros de uma nação porque o excesso de cédulas em circulação elevaria os preços das mercadorias, causando um desequilíbrio na economia.


A "teoria do bem-estar" deve considerar também a renda, não em sua distribuição, porém em sua globalidade. Conforme Pigou, um aumento no rendimento nacional aumenta o bem-estar se a participação dos pobres não for diminuida; e se a participaão dos pobres no orçamento nacional não o diminuir, o bem-estar econômico, de alguma forma é aumentado.
É de acordo com essa teoria mistificadora que certos economistas medem a riqueza de um país e não a de seus habitantes, e continuam utilizando as estatísticas de crescimento, como índices do aumento do bem-estar.  ( FALEIROS: 15. 2009)

CONSUMISMO E BEM-ESTAR- welfare economics

" De acordo com o welfare economics, como assinala Ross, considera o bem -estar como não definível, porque leva em conta critérios subjetivos, pois a economia seria uma ciencia positiva. Mas isso não impede que se considere o indivíduo como melhor juiz de seu bem-estar. No fundo, o bem-estar é identificado com o consumo, que traria para o indivíduo a "felicidade", com a satisfação de seus desejos e preferências individuais. è pela "livre escolha", num sistem de mercado, que o indivíduo satisfaz suas preferências, levando-se em consideração que se está num sistema de concorrência, em igualdade de condições."( FALEIROS: 14.2009)